sábado, 2 de fevereiro de 2008

CRISTO, O PORTADOR DE FARDOS


Exponhamos continuamente ao Senhor nossas necessidades, alegrias, pesares, cuidados e temores. Não vamos conseguir sobrecarregá-Lo... Seu coração se comove com as nossas tristezas, até mesmo com a menção delas.Levemos a Ele tudo que nos causa incômodo.Coisa alguma é muito difícil para Ele, pois sustém os mundos e rege o Universo. Nada que de algum modo se relaciona com a nossa paz é tão insignificante que o não observe.Não há em nossa vida capítulo demasiado obscuro para que o possa ler; perplexidade alguma por demais intrincada para que a possa resolver. Nenhuma calamidade poderá sobrevir ao mais humilde de Seus filhos, ansiedade alguma lhe atormentar o espírito, nenhuma alegria possuí-lo, nenhuma prece sincera escapar-lhe dos lábios, sem que seja observada por nosso Pai Celestial, ou sem que lhe atraia o imediato interesse... As relações entre Deus e cada pessoa são tão particulares e íntimas como se não existisse nenhuma outra por quem Ele hovesse dado Seu bem-amado Filho. - Caminho a Cristo, pág. 100.
Não é o trabalho que mata; é a preocupação. E a única maneira de evitar a preocupação é levar a Cristo toda e qualquer dificuldade. Não olhemos ao lado escuro. Cultivemos a disposição animosa do espírito.-Carta208,1903.E.W.

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